UFSC é denunciada em sessão na Alesc por ensino ideológico em escola

Deputados denunciaram a promoção de pauta política pela Universidade Federal de Santa Catarina e o ensino de ideologia de gênero.

FOTO: Vicente Schmitt/Agência AL
FOTO: Vicente Schmitt/Agência AL

Deputados denunciaram a promoção de pauta política pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e o ensino de ideologia de gênero em uma escola pública estadual, de Joinville, durante a sessão de terça-feira (6) da Assembleia Legislativa.

“Mais uma denúncia contra a UFSC, todos os alunos estão recebendo esta mensagem “Por que lutar pelo Fora Bolsonaro e pela pesquisa brasileira”. Estão usando os meios de comunicação da UFSC para promover jargões e pautas políticas”, acusou Jessé Lopes.

O deputado também censurou a Universidade dos catarinenses por oferecer um curso de extensão sobre reforma agrária e enfrentamento do agronegócio.

“Em Santa Catarina o agronegócio gera 700 mil empregos diretos e indiretos”, afirmou Jessé, acrescentando que o setor, em 2021, produziu alimentos para mais de 700 milhões de pessoas.

Por outro lado, Kennedy Nunes criticou duramente os dirigentes da Escola de Educação Básica João Martins Vera, de Joinville, pelo ensino da ideologia de gênero para alunos do primeiro ano do ensino fundamental.

“Ouvi um grito de um pai apavorado por conta de que o filho, aluno do primeiro ano da escola, com seis anos, chegou em casa com uma tarefa e olha só o que veio no caderno de uma criança de seis anos, colada no caderno a ideologia de gênero”, relatou Kennedy.

Segundo o deputado, o pai questionou a diretora da escola, que afirmou que referida tarefa deriva de orientação do governo federal.

Jessé Lopes, Felipe Estevão, Maurício Eskudlark e Sargento Lima, em partes, apoiaram Kennedy.

“Ensina para seu amigo na sua casa, para a sua família, querem doutrinar as crianças e fazer elas trocarem suas personalidades”, avaliou Jessé.

“Isso é sexualização de criancinhas, é um crime que estão cometendo”, advogou Estevão.

“Você quer destruir uma sociedade? Comece pela destruição pela família”, sentenciou Eskudlark.

“Colar material pornográfico no caderno, isso é para o pai ir na goela de quem colou isso, com os meus não, vai ter de passar por cima de mim primeiro”, discursou Lima.

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